Marconi de Souza Santos, Cannibal, lança livro para “Música para o povo que não ouve” ele é pioneiro no movimento punk em Pernambuco, além de estar sempre dialogando com vários movimentos culturais, onde desenvolve ações sociais através de ONG'S e Rádio Comunitária, movimentos estes que lhe proporcionou inúmeras experiencias, inclusive, palestras locais e nacionais.
A obra reúne impressões do autor sobre o mundo por meio de sua produção lítero-musical ao longo de 30 anos, quando as letras contundentes começaram a sair da via underground da capital para a TV e para as ondas do rádio, vociferadas por Cannibal e sua banda Devotos, e rapidamente entoadas pelos fãs.
A energia que emanava da massa deu à banda as credenciais para furar os bloqueios midiáticos, até chegar, oito anos depois, ao primeiro registro oficial. O crescente interesse por esta produção literária, que representa com mérito os anseios da juventude suburbana desde os anos 1980, e com o mesmo vigor expõe a realidade nua e crua das comunidades e sua caótica sobrevivência à margem da sociedade, numa total identificação, a cada dia mais contemporânea, é o que justifica o surgimento desta obra que amplia o entendimento da mensagem da banda Devotos e seu líder.
*Marconi de Souza Santos, Cannibal, é pioneiro no movimento punk em Pernambuco, além de dialogar com outros movimentos culturais e desenvolver ações sociais se envolvendo com ONG'S e Rádio Comunitária, que proporcionaram a experiencia de realizar palestras locais e nacionais. É músico autodidata, com uma trajetória que se confunde com sua própria vida desde o final dos anos de 1980, quando formou a banda Devotos do Ódio (atual Devotos), além de estar presente em inúmeros projetos paralelos, com destaque para sua atual investida intitulada Café Preto.
Com informações da editora.cepe.com.b

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